Decisões sobre o cuidado à saúde envolvem valores, escolhas e conflitos. Bioética e biodireito ajudam a equilibrar a autonomia do paciente, a atuação médica e o papel da família.
A pessoa pode registrar previamente suas preferências de tratamento para o caso de não poder se manifestar. O conselho federal de medicina regula o tema para os médicos. Formalizar corretamente evita dúvidas futuras.
Tratamos esses temas com escuta, sigilo e cuidado. Nossa orientação é jurídica e não substitui a avaliação médica ou psicológica.
Não é obrigatório em todos os casos, mas a formalização pode dar mais segurança. Orientamos caso a caso.
Não. São cuidados voltados ao conforto e à qualidade de vida, que podem coexistir com tratamento.
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